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sábado, 21 de novembro de 2020

O QUE É O AUTISMO - VÍDEO

 

O QUE É O AUTISMO

O QUE É TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA?


O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) reúne desordens do desenvolvimento neurológico presentes desde o nascimento ou começo da infância. São elas: Autismo Infantil Precoce, Autismo Infantil, Autismo de Kanner, Autismo de Alto Funcionamento, Autismo Atípico, Transtorno Global do Desenvolvimento sem outra especificação, Transtorno Desintegrativo da Infância e a Síndrome de Asperger.

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM-5 (referência mundial de critérios para diagnósticos), pessoas dentro do espectro podem apresentar déficit na comunicação social ou interação social (como nas linguagens verbal ou não verbal e na reciprocidade socioemocional) e padrões restritos e repetitivos de comportamento, como movimentos contínuos, interesses fixos e hipo ou hipersensibilidade a estímulos sensoriais. Todos os pacientes com autismo partilham estas dificuldades, mas cada um deles será afetado em intensidades diferentes, resultando em situações bem particulares. Apesar de ainda ser chamado de autismo infantil, pelo diagnóstico ser comum em crianças e até bebês, os transtornos são condições permanentes que acompanham a pessoa por todas as etapas da vida.

As causas do TEA não são totalmente conhecidas, e a pesquisa científica sempre concentrou esforços no estudo da predisposição genética, analisando mutações espontâneas que podem ocorrer no desenvolvimento do feto e a herança genética passada de pais para filhos. No entanto, já há evidências de que as causas hereditárias explicariam apenas metade do risco de desenvolver TEA. Fatores ambientais que impactam o feto, como estresse, infecções, exposição a substâncias tóxicas, complicações durante a gravidez e desequilíbrios metabólicos teriam o mesmo peso na possibilidade de aparecimento do distúrbio.



O TEA afeta o comportamento do indivíduo, e os primeiros sinais podem ser notados em bebês de poucos meses. No geral, uma criança do espectro autista apresenta os seguintes sintomas:

  • Dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, expressão facial, gestos, expressar as próprias emoções e fazer amigos;
  • Dificuldade na comunicação, optando pelo uso repetitivo da linguagem e bloqueios para começar e manter um diálogo;
  • Alterações comportamentais, como manias, apego excessivo a rotinas, ações repetitivas, interesse intenso em coisas específicas, dificuldade de imaginação e sensibilidade sensorial (hiper ou hipo).

Pesquisadores e médicos de todo o mundo estudam o autismo há mais de 100 anos. Perseverança, compromisso com a ciência e compaixão com as crianças autistas permeiam a história das descobertas que melhoraram a vida destes pacientes. Conheça os principais pontos desta caminhada.

Fonte: https://autismoerealidade.org.br/o-que-e-o-autismo/



Publicado por:          Rubens Fernando S Sene                                         São Lourenço, 21 NOV 2020, 3:12
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https://alimentacaonatenutrac.blogspot.com/video-sobre-o-que-e-autismo

ENTENDENDO O AUTISMO... ESTEREOTIPIAS UM COMPORTAMENTO SEM PRECONCEITOS!

 ENTENDENDO O AUTISMO...  ESTEREOTIPIAS, UM COMPORTAMENTO 

SEM PRECONCEITOS!



CADA MOVIMENTO TEM UM SIGNIFICADO...

CADA SOM OU PALAVRA TEM UM SENTIDO!

TUDO SE TRADUZ EM ... INTERIORIZAÇÃO!



Traço do autismo, movimentos repetitivos ajudam a pessoa a lidar com excesso de estímulos

Uma imagem muito associada ao autismo é de um indivíduo que se balança para frente e para trás sem nenhum motivo aparente. Mas o que pode parecer sem sentido para as pessoas neurotípicas (que não possuem transtornos mentais), é na verdade um comportamento que faz parte da vida no espectro autista, chamado de “estereotipia”. Este é o termo médico para ações repetitivas ou ritualísticas vindas do movimento, da postura ou da fala.

As estereotipias costumam acontecer em situações que o autista se sente bombardeado por estímulos, e as ações repetitivas ajudam a pessoa a se reorganizar internamente e processar tudo o que está sentindo. Há relatos de pacientes com TEA que entendem a estereotipia como algo prazeroso, que ajuda a acalmar, a concentrar e a aliviar a ansiedade.

Mesmo sendo algo benefício para os autistas, as estereotipias ainda causam muito estranhamento e dificultam o convívio social. Crianças e adolescentes com TEA costumam ser alvo de piadas e até sofrer bullying por causa destes movimentos. E, exatamente por destoarem do comportamento da maioria, é muito comum que as estereotipias sejam o traço que chama a atenção dos pais e faz as famílias buscarem médicos ou psicólogos a procura de um diagnóstico.

Estereotipias são comuns em outros distúrbio e até em pessoas neurotípicas

É importante ressaltar que estes movimentos estereotipados não são característicos apenas das pessoas com autismo. Eles podem se manifestar também em indivíduos com outros distúrbios (transtorno obsessivo compulsivo e síndrome de Tourette, entre outros). Até as pessoas neurotípicas podem apresentar tais ações repetitivas, como roer unhas e balançar as pernas. A única diferença é que os neurotípicos costumam ter um maior controle destes comportamentos.

Os movimentos repetitivos mais comuns de se observar no espectro autista envolvem:

  • balançar o corpo para frente e para trás
  • balançar as mãos (também conhecido como “flapping”)
  • bater os pés no chão ou em algum objeto próximo
  • girar objetos ou girar em volta do próprio corpo
  • cruzar e descruzar as pernas muitas vezes
  • fazer sons repetitivos ou repetir sílabas sem parar
  • estalar os dedos
  • roer unhas sem conseguir parar
  • pular no sofá sem controle de tempo ou força
  • pular na frente da TV enquanto assiste
  • correr, indo e vindo, sem um destino claro
  • andar nas pontas dos pés
  • movimentar os dedos na frente dos olhos

Tratamento de TEA ajuda a amenizar estereotipias para evitar prejuízos ao convívio social

Se por um lado as pessoas neurotípicas devem se esforçar para acolher as particularidades do autismo, especialistas também ressaltam que é importante observar as situações que despertam as estereotipias. Um dos problemas gerados pela alta frequência dos movimentos repetitivos é que, enquanto a pessoa com TEA está focada nestas ações, ela está respondendo apenas aos seus estímulos internos e deixa de interagir com o ambiente. Dessa forma, a estereotipia em excesso pode fazer o autista perder oportunidades de aprendizagem e contato social.

Para lidar com isso, o tratamento para TEA busca entender os gatilhos e modificar o significado das estereotipias. São diversas as estratégias que podem ser utilizadas pela equipe multidisciplicar, como a terapia com psicólogos, métodos de estimulação de linguagem com fonoterapeutas e a atenuação de condições associadas com o uso de medicação (como transtorno de ansiedade e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade). O objetivo das intervenções não deve ser de cessar completamente com os movimentos repetitivos, mas sim de transformar os atos estereotipados em ações com uma finalidade ou função social.

Assim, esses métodos em conjunto auxiliam a pessoa com autismo a formar novas maneiras de se relacionar com o espaço e as pessoas que a cercam. É importante chamar a atenção de que estas intervenções são realizadas por etapas e sem pressa para que o paciente se sinta confortável e não se assuste com as mudanças. Uma intervenção súbita pode gerar um resultado contrário, criando uma sensação de aversão na pessoa com TEA e o aumento dos atos repetitivos.


Fonte: https://autismoerealidade.org.br/2019/09/12/o-que-sao-as-estereotipias


Publicado por:         Rubens Fernando S Sene                                                          São Lourenço, 21 NOV 2020. 00:54

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https://alimentacaonatenutrc.blogspot.com/entendendo-autismo-estereotipias-comportamento-sem-preconceitos

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

CUIDADOS COM SEU PET EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS...

 

CUIDADOS COM SEU PET EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS...




Cuide bem de você e do seu amigão!

O coronavírus e os animais de estimação

Como você já sabe, os últimos dias foram atípicos, principalmente por conta das mudanças causadas pelo coronavírus. Apesar de toda a informação disponível, ainda existe uma dúvida no ar. Afinal, quais os melhores cuidados com o pet durante a quarentena? Então, pensando no seu bichinho de estimação, elaboramos este post especial sobre o tema. O nosso objetivo é passar tranquilidade, demonstrando que existem boas práticas para que você proteja o seu pet e a sua família.

Como em toda crise, é natural que haja uma pitada de pânico e desinformação. Por isso, reunimos algumas dúvidas comuns e as suas respostas. Dê uma olhada!

O meu pet pode contrair o coronavírus que causa a Covid-19?
Não. Aqui temos uma boa notícia! Segundo profissionais veterinários, os bichinhos podem pegar uma variante de coronavírus exclusiva a eles, que inclusive já conta com vacina. No entanto, o Sars-CoV-2, responsável pela crise atual, não tem a capacidade de prejudicar cães, gatos e afins.

Então, eu não preciso fazer nada?
Muito pelo contrário! O animalzinho pode não ser afetado pela doença em circulação, mas se ele tiver contato com uma superfície infectada, ele mesmo se tornará um vetor da contaminação, transmitindo para você.

Como isso aconteceria?
Basta imaginar a realidade do seu pet. Digamos que você dê um passeio pela rua de casa. Imagine também que, momentos antes, uma pessoa infectada fez o mesmo trajeto e espirrou por ali, espalhando gotículas de saliva sobre a calçada. Ou seja, você nem se dá conta de que o animal pisou em um foco de contaminação. Mais tarde, você brinca com o pet e contrai o vírus ao tocar em suas patas. Sem lavar a mão e se dar conta do risco, você toca em uma região vulnerável, como olho, boca ou nariz, e assim, pode ser infectado.

Os 3 melhores cuidados com o seu pet durante a quarentena do coronavírus:
Confira as nossas dicas para que você, seu pet e sua família estejam protegidos durante esse momento!

1. Evite sair de casa
“Ah, pessoal! Mas como ele vai fazer as necessidades?” Amigo leitor, se tem uma hora para ser criativo, é agora! Durante esse momento, você deve minimizar a sua exposição ao máximo. Evitando os passeios, você diminui drasticamente a chance de que o vírus entre na sua casa.

2. Limpe a patinha do animal
Se você precisa lavar as mãos, o seu pet deve lavar as patinhas, sobretudo depois de um passeio. Além disso, também é interessante dar banho no animal em intervalos menores, pois isso garante que sua pelagem não tenha absorvido nada contagioso nos últimos dias.

3. Não isole o seu pet
Como já dissemos, toda crise causa desinformação. Você já está em uma quarentena, portanto, não fique com medo do pet te passar algo, colocando-o em uma outra quarentena. Basta cuidar um pouco mais da higiene do animal, garantindo que ele esteja sempre limpo e pronto para receber carinho. Por fim, lembre-se que não há motivo para pânico. O importante nessas horas é seguir o bom senso, obedecendo boas práticas feitas em todo o mundo, ficando em casa, lavando bem as mãos, os alimentos, usando álcool em gel e por aí adiante. Agora que você já tem todas as informações é hora de contribuir positivamente. Para isso, compartilhe este post nas suas redes sociais, demonstrando para os seus amigos como eles podem cuidar de seus pets durante a quarentena!



Postagem: Rubens F S Sene FarmBioqHomeop
CRFMG 10828

São Lourenço, 23/10/2020  03;27

DEFICIÊNCIA DE VITAMNA D ...SINAIS, SINTOMAS E DOENÇAS QUE PODE CAUSAR!

 

Deficiência de Vitamina D...



 SINAIS, SINTOMAS E DOENÇAS QUE PODE CAUSAR

A vitamina D é lipossolúvel, assim como as vitaminas A, E e K. Isto significa que ela se dissolve em gordura, por isso ela é armazenada no organismo por um bom tempo.

Existem duas formas básicas de vitamina D: o Colecalciferol (vitamina D3) e Ergocalciferol (vitamina D2). Ambas podem ser obtidas através de alimentos ou suplementos vitamínicos.

A vitamina D é um nutriente essencial solúvel em gordura que se dissolve naturalmente no corpo, principalmente através da pele, onde os raios ultravioleta B da luz solar estimula a produção da pró-vitamina D, o Colecalciferol na pele, a Vitamina D3 inativa. Por sua vez, parte dessa Vitamina D é convertida no fígado em Calcidiol (Vitamina D armazenada inativa) é convertida nos rins na sua  forma biologicamente ativa, o hormônio vitamina D, o Calcitriol, forma ativa para ser utilizada pelo organismo.

Sem a vitamina D o corpo não consegue absorver o cálcio na proporção necessária e os osso se tornam frágeis, isso pode provocar outras doenças relacionadas à saúde dos ossos, como a osteoporose, artrites, artroses, processos inflamatórios nas articulações, entre outras.

Pesquisadores dinamarqueses descobriram atualmente, que a obesidade ou excesso de gordura corporal podem provocar deficiência da Vitamina D alterando sua absorção. Estudos confirmaram que pessoas obesas ou com excesso de peso apresentaram maior índice de deficiência em vitamina D.

Nas mulheres, um estudo feito por pesquisadores da Coréia do Sul, revelou que os níveis de Vitamina D eram significativamente baixos em mulheres na pós-menopausa, algumas tiveram fraturas em alguma parte do corpo.

Outras linhas de pesquisa também passaram a investigar os efeitos da Vitamina D no sangue em relação a proteção contra certas doenças crônicas e algumas até mesmo fatais.   Estudos recentes relacionaram os baixos níveis de Vitamina D ao risco de desenvolvermos doenças cardíacas, hipertensão, câncer, artrite reumatóide, doenças autoimunes, entre outras.

Estudos laboratoriais tem demonstrado que a Vitamina D tem propriedades anticancerígenas, inibindo o crescimento e a disseminação de tumores.  Também há evidências embora ainda inconclusivas de que a deficiência de vitamina D desempenha um papel fundamental na asma , no diabetes Tipo 2, em doenças autoimunes como na esclerose múltipla  e na artrite reumatoide, na pré-eclâmpsia  no peso baixo do néonato, além de distúrbios neuropsicológicos como o autismo , a depressão e a perda de memória.

Atualmente, devido aos estudos recentes e a busca por uma qualidade de vida e uma saúde melhor, evitando doenças, a preocupação com a alimentação, estillo de vida, a prática de exercícos físicos.   O combate a obesidade e ao sedentarismo, tem sido importantes, também acredita-se que a suplementação de vitamina D pode nos dar uma melhor proteção em relação  a nossa saúde.

A falta de Vitamina D está associada à  doenças  que podem causar transtornos sérios a nossa saúde, estudos relevam que a falta desse nutriente está relacionada a proteção contra o câncer, a asdma, diabetes, esclerose, depressão, artrites, osteoporose, entre outras doenças.

5 sinais que podem indicar a  deficiência de Vitamina D:
Dentre eles, podemos destaca:
1- Sistema imunológico afetado
2- Dor muscular
3- Fadiga
4- Queda de cabelo
5- Dificuldade para cicatrizar feridas

DOENÇAS QUE A DEFICIÊNCIA DA VITAMINA D PODE CAUSAR:

Fragilidade óssea: como a osteomalácia e o raquitismo.
Asma: estudos demonstraram que a baixa taxa de vitamina D no organismo pode levar à asma.
Artrite reumatoide: estudos demonstraram que a falta de vitamina D é fator de risco no desenvolvimento da artrite reumatóide. 
Autismo: um estudo sueco descobriu que a falta de vitamina D está ligada ao nascimento de crianças com autismo.
Pressão alta: a Vitamina d auda a controlar a pressão arterial, mantendo seus níveis controlados.
Osteoporose: a falta de vitamina D está diretamente  ligada à osteoporose em idosos.
Fraqueza muscular: os músculos precisam da vitamina D para desempenhar suas funções, na falta dela, ocorre fraqueza muscular e fadiga.
Esquizofrenia: um estudo australiano nos revela que bebês que nasceram com baixo índice de vitamina D têm duas vezes mais chance de desenvolver esquizofrenia.
Depressão: a falta da vitamina D durante a adolescência pode levar à depressão.
Problemas cardiovasculares: um estudo americano revela que a quantidade insuficiente de vitamina D está ligada ao risco dobrado de doenças do coração.


Publicado por:     Rubens Fernando S Sene                              São Lourenço, 23/10/2020    02:16
                        Faarm/Bioq/Homeop/Fito/NutriFunc
                                     CRFMG-10828


               - http://www.mdsaude.com
               - http://saude.ig.com.br/bemestar


https://alimentacaonatenutrac.blogspot.com/deficiencia-vitamina-d

terça-feira, 20 de outubro de 2020

VACINAÇÃO CONTRA O COVID-19 DEVE SER OBRIGATÓRIA OU NÃO?

 VACINAÇÃO CONTRA O COVID-19 DEVE SER 

OBRIGATÓRIA OU NÃO?


A VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 NÃO DEVE SER OBRIGA-TÓRIA. CASOS SUSPEITOS DEVEM SER TRATADOS DE ACORDO COM SUA ETIOLOGIA E MANIFESTAÇÃO VIRAL PECULIAR, POIS O VÍRUS NÃO TEM UM PADRÃO DEFINIDO DE INFECÇÃO E VIRULÊNCIA E PODE VARIAR EM ALGUNS PACIENTES... UMA ICÓGNITA PARA A CIÊNCIA!


Carla Zambelli apresenta projeto de lei contra vacinação obrigatória para a Covid-19


Carla Zambelli apresenta projeto de lei contra vacinação obrigatória para a Covid-19 EU SOU A FAVOR DO PROJETO DA DEPUTADA!



Publicado por: Rubens Fernando S Sene SÃO LOURENÇO, 20/10/2020
FARM/BIOQ/HOMEOP/FITO/NUTRIFUNC
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terça-feira, 7 de abril de 2020

Seu Pet em tempos de Coronavírus - Cuide do seu Amigão!

CUIDADOS COM SEU PET EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS...




Cuide bem de você e do seu amigão!

O coronavírus e os animais de estimação

Como você já sabe, os últimos dias foram atípicos, principalmente por conta das mudanças causadas pelo coronavírus. Apesar de toda a informação disponível, ainda existe uma dúvida no ar. Afinal, quais os melhores cuidados com o pet durante a quarentena? Então, pensando no seu bichinho de estimação, elaboramos este post especial sobre o tema. O nosso objetivo é passar tranquilidade, demonstrando que existem boas práticas para que você proteja o seu pet e a sua família.

Como em toda crise, é natural que haja uma pitada de pânico e desinformação. Por isso, reunimos algumas dúvidas comuns e as suas respostas. Dê uma olhada!

O meu pet pode contrair o coronavírus que causa a Covid-19?
Não. Aqui temos uma boa notícia! Segundo profissionais veterinários, os bichinhos podem pegar uma variante de coronavírus exclusiva a eles, que inclusive já conta com vacina. No entanto, o Sars-CoV-2, responsável pela crise atual, não tem a capacidade de prejudicar cães, gatos e afins.

Então, eu não preciso fazer nada?
Muito pelo contrário! O animalzinho pode não ser afetado pela doença em circulação, mas se ele tiver contato com uma superfície infectada, ele mesmo se tornará um vetor da contaminação, transmitindo para você.

Como isso aconteceria?
Basta imaginar a realidade do seu pet. Digamos que você dê um passeio pela rua de casa. Imagine também que, momentos antes, uma pessoa infectada fez o mesmo trajeto e espirrou por ali, espalhando gotículas de saliva sobre a calçada. Ou seja, você nem se dá conta de que o animal pisou em um foco de contaminação. Mais tarde, você brinca com o pet e contrai o vírus ao tocar em suas patas. Sem lavar a mão e se dar conta do risco, você toca em uma região vulnerável, como olho, boca ou nariz, e assim, pode ser infectado.

Os 3 melhores cuidados com o seu pet durante a quarentena do coronavírus:
Confira as nossas dicas para que você, seu pet e sua família estejam protegidos durante esse momento!

1. Evite sair de casa
“Ah, pessoal! Mas como ele vai fazer as necessidades?” Amigo leitor, se tem uma hora para ser criativo, é agora! Durante esse momento, você deve minimizar a sua exposição ao máximo. Evitando os passeios, você diminui drasticamente a chance de que o vírus entre na sua casa.

2. Limpe a patinha do animal
Se você precisa lavar as mãos, o seu pet deve lavar as patinhas, sobretudo depois de um passeio. Além disso, também é interessante dar banho no animal em intervalos menores, pois isso garante que sua pelagem não tenha absorvido nada contagioso nos últimos dias.

3. Não isole o seu pet
Como já dissemos, toda crise causa desinformação. Você já está em uma quarentena, portanto, não fique com medo do pet te passar algo, colocando-o em uma outra quarentena. Basta cuidar um pouco mais da higiene do animal, garantindo que ele esteja sempre limpo e pronto para receber carinho. Por fim, lembre-se que não há motivo para pânico. O importante nessas horas é seguir o bom senso, obedecendo boas práticas feitas em todo o mundo, ficando em casa, lavando bem as mãos, os alimentos, usando álcool em gel e por aí adiante. Agora que você já tem todas as informações é hora de contribuir positivamente. Para isso, compartilhe este post nas suas redes sociais, demonstrando para os seus amigos como eles podem cuidar de seus pets durante a quarentena!



Postagem: Rubens F S Sene FarmBioqHomeop
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São Lourenço, 07/04/2020

quarta-feira, 25 de março de 2020

CORONA VÍRUS - O QUE É? PREVENÇÃO E IMUNIDADE


CORONA VÍRUS 
A PANDEMIA DO SÉCULO

O que é coronavírus?
Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).
Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

ESTRUTURA 

Quais são os sintomas do coronavírus?
Os principais sinais e sintomas do coronavírus são respiratórios, semelhantes a um resfriado, mas também podem causar infecção do trato respiratório inferior, atacndo os pulmões como nas pneumonias.
No entanto, o coronavírus (SARS-CoV-2) ainda precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e sintomas da doença.


Os principais sintomas conhecidos até o momento são:
- Febre.
- Tosse.
- Dificuldade para respirar.

Como o coronavírus é transmitido?
As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em estudos, mas a disseminação ocorre de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, ao espirrar ou tussir, também pela saliva ou secreções. Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.
É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada num ciclo contínuo.

PANDEMIA DO CORONA VÍRUS

Ainda não está bem claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.
Além disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:
- gotículas de saliva;
- espirro;
- tosse;
- catarro;
- contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
- contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.
O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.
A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é em média de 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas. Até o momento, não há informaçõesção suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.

Como é feito o diagnóstico do coronavírus?
O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios.
Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral)
 Como é feito o tratamento do coronavírus?
Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:
- Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
- Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.
Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.
Se você viajou ou teve contato com quem viajou para a China ou paises como Italia, nos últimos 14 dias e ficou doente com febre, tosse ou dificuldade de respirar, deve procurar atendimento médico imediatamente e informar detalhadamente o histórico de viagem recente e seus sintomas.

Como prevenir o contágio pelo coronavírus?
O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. 


Entre as medidas estão:
- Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.

- Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
- Evitar contato próximo com pessoas doentes.
- Ficar em casa quando estiver doente.
- Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo ou usar cotovelo.


- Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.
- Usar com frequência o álcool gel.

Não devemos ter pânico , mas sim ter cuidados como para qualquer outro risco de infecção por gripe ou outras infecções, fazer uso da prevenção e ter uma imunidade adequada e usar suplementos que aumentam a imunidade quando necessário.

ALIMENTAÇÃO X IMUNIDADE X CORONA VÍRUS

Prevenção e uma alimentação saudável e equilibrada é a melhor solução no momento, pois assim, garantimos nossa proteção e fortalecemos a nossa defesa imunológica, fortalecendo nosso organismo contra vírus, bactérias e outros fatores patogênicos e fatores ambientais.
A alimentação desempenha papel fundamental na imunidade, pois o nosso organismo e nosso sistema imunológico também necessitam de energia e de vários nutrientes importantes para a formação de células e outras substâncias envolvidas no nosso sistema de defesa. São diversos fatores envolvidos na modificação e funcionmento do sistema imunológico, entre eles temos a idade, fatores  genéticos, ambientais, metabólicos, fisiológicos, fatores nutricionais, microbiológicos, entre muitos outros.
A função de defesa do nosso sistema imunológico é fundamental para evitar o desenvolvimento de doenças como infecções e tumores. Quando o corpo está com imunidade baixa, aumentam as chances de se desenvolver diversas doenças, tais como gripes, resfriados, infecções, entre outras.

No outono e  inverno aumentam os quadros de gripes, resfriados, de alergias  e infecções respiratóris, pois ficamos mais suscetíveis  nessa época, por isso, temos que manter uma alimentação sudável e equilibrada.
Dinte dessa pandemia do coronavírus em que estamos vivendo convém reforçar nossa imunidade, assim estaremos  prevenindo e evitando maiores probabilidades de sofrermos as consequências dessas infecções virais.

ALIMENTOS QUE AJUDAM A AUMENTAR A IMUNIDADE

Vitamina C     Aumenta a produção das células de defesa, que tem efeito direto sobre as bactérias e vírus aumentando assim a sua  a resistência a infecções.
Alimentos     Goiaba, pitanga, agrião, caju, espinafre, fruta- do- conde, melão, frutas cítricas(Kiwi, limão, acerola, bergamota, laranja, abacaxi), couve, brócolis, tomate, pimentão amarelo.Condimentos: açafrão, coentro, cravo-da-índia, gengibre, páprica, salsa e tomilho.

Vitamina E    Atua  em conjunto com as vit. A e C e com o mineral selênio, agindo como antioxidante (o que retarda o envelhecimento)  
Alimentos     Germe de trigo, óleos de soja, arroz, algodão, milho e girassol, abacate, gema de ovo, vegetais folhosos (rúcula, couve, folha de brócolis, folhas de beterraba), cenoura, e chuchu. Condimentos: Açafrão, louro, manjericão manjerona, orégano e pimenta.

Vitamina A    Tem ação antiinflamatória   
Alimentos    Cenoura, abóbora, fígado, espinafre cozido, melão, brócolis, mamão, manga, aspargo, pêssego, beterraba, alho, alho poro, broto de bambu, lentilha, melancia, banana, caqui, gema de ovo, damasco, cereja. Condimentos: alecrim, chili, coentro, cravo-da-índia,louro, manjericão, manjerona,pimenta e sálvia.

Vitamina D       De acordo com pesquisas recentes ela previne toda e qualquer infecção, auxilia na prevenção dos processos infecciosos aumentando a imunidade.
Alimentos        Fígado de boi, peixes (sardinha, atum e salmão), óleo de fígado de bacalhau, cogumelos, frutos do mar, ovos, queijo, carne de porco, iogurte, manteiga, laranja, frutas, verduras e grãos como arroz, trigo, aveia e quinoa.

Vitamina B6   Aumenta a imunidade geral do organismo. Tem ação protetora contra o câncer, e ajuda a controlar alguns tipos de diabetes.  
Alimentos        Levedo de cerveja, lentilha, arroz integral, semente de girassol, soja, germe de trigo, banana, cenoura, abacate, melão, vísceras, peixe,frango, gema de ovo, nozes. Condimentos: Alho,cebola, chili, contro, estragão, gengibre, manjericão, manjerona, orégano, páprica, pimenta e sálvia

Selênio (Se)    Antioxidante, imunoestimulante, desintoxicante e antiinflamatório.
Alimentos        Frutos do mar, vísceras, alho, cebola, milho,cereais integrais (aveia, quinua) cogumelo,levedo cerveja, castanha do pará, ovos caipira.Condimentos: alho, coentro, gengibre e salsa

Zinco (Zn)       Atua na reparação dos tecidos e na cicatrização de ferimentos.    
Alimentos        Aveia, ostra, leite, gema, frutos do mar, espinafre, sementes de girassol, cogumelo, gengibre. Condimentos: cominho, gengibre, manjericão e papoula.

Suplementos
Alguns suplementos e produtos naturais como  a Cúrcuma, Canela, Gengibre, Vitamina D3, Echinacea, Astragalus, Epicor, ZInco, Vitamina A, Vitamina C , Selênio, entre outros, também reforçam a imunidade.

DÚVIDAS SOBRE O CORONA VÍRUS ACESSE O SITE DO MS

Orientações do Ministerio da Saúde acesse o site:
 https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus ,

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Postado por :       Rubens Fernando S Sene            São Lourenço, 25/03/2020 14:25
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